Nascido Herbert Blythe em Fort Agra, Índia, o homem que se tornaria Maurice Barrymore teve uma vida que parece um romance de aventura colonial antes de se transformar em uma dinastia de Hollywood. Os historiadores debatem o ano de seu nascimento, fixando-o em 1847 ou 1849. Ele morreu em Amityville, Nova York, em 26 de março de 1905. Mas antes de ser um patriarca do teatro americano, ele era apenas o filho de um agrimensor com uma tendência rebelde.
Seu pai trabalhava para a Companhia Britânica das Índias Orientais. O jovem Herbert foi enviado de volta à Inglaterra para estudar. Ele frequentou Harrow e Oxford. O plano era simples. Ele estudaria direito. Seus pais queriam uma carreira respeitável. Herbert tinha outras ideias.
Em 1872, ele se tornou campeão de boxe amador. Então ele decidiu agir.
Essa escolha horrorizou sua família. Eles queriam um advogado. Ele queria o palco. Ele abandonou o sobrenome Blythe e adotou Barrymore. Parecia mais nítido. Mais memorável. Ele cruzou o Atlântico em 1875 para fazer fortuna nos Estados Unidos.
Ele não era um protagonista. Ele nunca foi uma estrela. Mas ele foi excelente. Excepcional, até. Ele entendeu como apoiar o talento ao seu redor. Ele tocou ao lado dos gigantes do palco vitoriano, provando que Maurice Barrymore era muito mais do que apenas o pai de Lionel, Ethel e John.
The Drew Connection e Parcerias de Palco
Sua grande chance veio através da empresa de Augustin Daly. Esta não era apenas uma trupe qualquer. Foi um dos empreendimentos teatrais mais importantes da América. Foi lá que conheceu Georgiana Drew. Ela fazia parte da célebre família teatral Drew. Eles se casaram em 1876.
Esta união fundiu duas fortes linhagens teatrais. O nome Barrymore foi forjado nessa parceria. Mais tarde, ingressou na empresa de Lester Wallack. Às vezes, toda a família subia ao palco junta. Você teve Maurício. Georgiana. E o jovem John. Era uma visão rara numa época em que os atos familiares eram novidade ou necessidade.
Jogadas falhadas e colaborações Modjeska
Maurice não era apenas um ator. Ele tentou escrever dramaturgia. Os resultados? Escasso. Ele teve sucesso limitado por conta própria. Mas ele não era totalmente desprovido de talento. Colaborou com Helena Modjeska. A famosa atriz polonesa o contratou para escrever peças originais para ela.
Ele os escreveu. Com muita ajuda de reescrita de outras pessoas, é claro. Mas o crédito importava. Ele até estrelou algumas dessas produções. Isso mostrou sua versatilidade. Ele não era apenas um jogador coadjuvante. Ele era uma força criativa, mesmo que os roteiros nem sempre fossem seus melhores trabalhos.
A Fundação de um Legado
A maioria das pessoas conhece o nome Barrymore da era das telas de cinema. Lionel. Ethel. John. Dolores. Mas a base foi lançada por Maurice e Georgiana. Eles construíram a reputação. Eles construíram a rede. Eles construíram a expectativa de grandeza.
Maurice morreu em 1905. Seus filhos definiriam uma época. Mas sem sua arriscada mudança da lei para o boxe e para o palco, nada disso acontece. Ele não era a estrela. Ele era o motor.


















